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16.abr.2013
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Vale a pena investir na zona leste

Região tem um dos maiores crescimentos da cidade e o mercado imobiliário é agente e receptor desse progresso

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Efeito dominó, efeito borboleta, círculo virtuoso. A alegoria não importa, mas sim o seu significado. Quando uma área vai bem, ela é capaz de impulsionar para o alto outras, mesmo que sem relação direta. É claro que o mesmo fenômeno pode ocorrer quando as coisas não estão tão bem assim. No mais exemplar significado positivo possível, é o que vem ocorrendo na zona leste. A região é uma das que apresenta melhores resultados na cidade, em todos os pontos analisados.

A qualidade de vida da região vem crescendo, o poder aquisitivo da população aumenta, há muitos canteiros de obras espalhados por todos os bairros - centrais ou não - e a capacidade de receber novos investimentos é quase que incomparável, mesmo comparando com regiões mais nobres, como a zona sul.

Termômetro maior desse momento é o mercado imobiliário. Os bairros da zona leste têm empreendido de todas as formas e em todos os nichos. Grandes empreendedores que, no passado, nem cogitavam investir em bairros da região, já tem na zona leste uma área que não podem desprezar. Muito pelo contrário, responsável, sim, por sustentar negócios.

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Quem mora ou anda pela zona leste não consegue ficar muito tempo sem ver uma construção de qualquer tipo. São condomínios residenciais, comerciais, shoppings, casas, sobrados, galpões, avenidas, viadutos, novas praças e novas ruas. Enfim, a zona leste se transformou em um verdadeiro canteiro de obras.

É claro que um dos maiores impulsionadores desses investimentos é a construção do futuro estádio do Corinthians, em Itaquera, mas que tem reflexos em bairros vizinhos. Porém, esse movimento vem muito antes disso.

Bairros como Mooca, Tatuapé, Vila Formosa, Vila Carrão e Penha já estão, há anos, entre os mais valorizados da cidade. Com uma grande vantagem em relação a outras regiões: ainda há espaço para crescer. É claro que esse progresso tem seu reflexo no aumento do preço do metro quadrado, mas ainda bem abaixo que em bairros como Vila Nova Conceição e Morumbi.

Há quem pode achar que a zona leste está aquém dessas áreas, mas a vantagem é que isso está, aos poucos, mudando. Hoje, quem mora nos bairros da região tem tudo que os bairros ditos mais nobres têm. Opção de serviços, infraestrutura de transporte, lazer, empregos e, principalmente, qualidade de vida.

Muitos bairros ainda resistem à interferência do progresso e, mesmo com crescimento e novos empreendimentos, mantêm o ar de interior que caracteriza a zona leste. Agentes do mercado imobiliário vêm notando a migração de profissionais de outras regiões. Há anos, imobiliárias e corretores que só atuavam, por exemplo, nas zonas sul e oeste, já estão por aqui e com mais possibilidade de negócios.

Na área residencial, há pulverização de oportunidades em todos os bairros. Não há uma "vila" ou "parque" que não tenha um lançamento nos últimos meses. Bairros como Tatuapé e Penha já recebem prédios de escritórios de altíssimo padrão. De 2008 a 2011, a cada três empresas abertas na cidade, uma foi na zona leste. O número de novos estabelecimentos de comércio, serviço e indústria criados por ano no período.

No segmento industrial, os polos Itaquera e Jacu-Pêssego prometem ser vértice de crescimento da região, com muitas empresas de diversos setores, notadamente transporte e logística em razão da proximidade com o Rodoanel. Entre os bairros que chamam mais a atenção pela chegada de novas empresas estão São Miguel Paulista e São Mateus, respectivamente pelo comércio e indústria, e Itaquera, pelas obras de infraestrutura para a Copa. O comércio da zona leste também cresce. Hoje, a região conta com quase dez shoppings e há projetos de pelo menos mais cinco empreendimentos.

Essa mudança no eixo comércio-serviço-indústria não traz benefícios somente para a região, mas para toda a cidade. Com mais oferta de serviços e empregos haverá menor deslocamento de pessoa, melhorando o trânsito e a mobilidade da Capital. Mudando, até, o perfil de muitos bairros que ainda são considerados "dormitórios", como os mais distantes, que não têm oferta de empregos.

Esse movimento todo vem com muita comemoração, mas com certa ressalva. Ele não pode ser feito sem planejamento e de maneira progressiva. Deve-se estudar potenciais e reais investimentos, pois ainda há regiões que não suportam tal crescimento. Cada potencial depende de demanda, e essa demanda só pode ser definida com muito estudo de impacto. A zona leste pode e deve crescer, mas com consciência. O bom é que o mercado sabe disso e se planeja para que o caminho do dominó chegue ao fim e a borboleta bata suas asas sem problemas.

#NOTÍCIAS
Fonte:
ZL Imóvel
O Portal de Imóvel da Zona Leste de São Paulo
www.zlimovel.com.br/
Equipe de Jornalismo
Grupo de Portais Imobiliários
SP Imóvel
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